de volta a woodstock

Quem não assistiu ao filme “Aconteceu em Woodstock” (taking Woodstock), assista, pois é um filme muito interessante que mostra um pouco a dimensão do que aconteceu em 1969 em woodstock.

No filme tem uma cena em que aparece uma kombi toda estilizada e decorada bem no estilo hippie. Estes carros, tanto kombis, fuscas e lambretas, comuns na década de 70, hoje viraram artigo vintage. quando conservados e decorados, viram o centro da atenção por onde quer que passem.

O festival exemplificou a era hippie e a contracultura do final dos anos 1960 e começo de 70. Trinta e dois dos mais conhecidos músicos da época apresentaram-se durante um chuvoso fim de semana defronte a meio milhão de espectadores. Apesar de tentativas posteriores de emular o festival, o evento original provou ser único e lendário, reconhecido como um dos maiores momentos na história da música popular.

Nos anos 60, muitos jovens passaram a contestar a sociedade e a pôr em causa os valores tradicionais e o poder militar e econômico. Esses movimentos de contestação iniciaram-se nos EUA, impulsionados por músicos e artistas em geral.

O lema “Paz e Amor” sintetiza bem a postura política dos hippies, que constituíram um movimento por direitos civis, igualdade e anti-militarismo nos moldes da luta de Gandhi e Martin Luther King, embora não tão organizadamente, mantendo uma postura mais anárquica do que anarquista propriamente, neste sentido.

Como grupo, os hippies tendem a viver em comunidades coletivistas ou de forma nômade, vivendo e produzindo independentemente dos mercados formais, usam cabelos e barbas mais compridos do que era considerado “elegante” na época do seu surgimento. Muita gente não associada à contracultura considerava os cabelos compridos uma ofensa, em parte por causa da atitude iconoclasta dos hippies, às vezes por acharem “anti-higiênicos” ou os considerarem “coisa de mulher”.

Adotavam um modo de vida comunitário, tendendo a uma espécie de socialismo-libertário ou estilo de vida nômade e à vida em comunhão com a natureza, negavam o nacionalismo e a guerra do Vietnã, bem como todas as guerras, abraçavam aspectos de religiões como o budismo, hinduísmo, e/ou as religiões das culturas nativas norte-americanas e estavam em desacordo com valores tradicionais da classe média americana e das economias capitalistas extremistas e totalitárias. Eles enxergavam o patriarcalismo, o militarismo, o poder governamental, as corporações industriais, a massificação, o capitalismo, o autoritarismo e os valores sociais tradicionais como parte de uma “instituição” única, e que não tinha legitimidade.

O legado deixado pra nós é infinito, como tantos outros movimentos que aconteceram no final dos 60. A sociedade se reinventa, faz os movimentos de contracultura virar moda e aí é necessário surgirem outros pra contestarem os que começam a se institucionalizar.

Mas que todo aquele colorido é lindo, é inegável. Bem em homenagem ao movimento hippie, e de tudo que ele conquistou, lançamos nossa linda bolsa Laptop hippie.

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